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    Mulherzices

    Girly Summer Box

    Olá miguitos! Então e essas férias, como foram? Ou, se ainda estão a esgotar os últimos cartuchos, como estão a correr?

    As minhas foram boas. Foram ótimas. Foram espetaculares. Foi o melhor Verão que passei desde que tive memória. E dizer isto, há uns anos, era dizer que fui um mês seguido para a praia. Agora, se fui quatro dias à praia este ano já é dizer muito. Porém, não é de nada disto que vim cá falar hoje, até porque – não prometo nada, maaaaas – irei falar de tudo em vídeo, fiquem atentos.

    Há poucos meses atrás, eu e mais algumas meninas bloggers e youtubers participamos na segunda edição da Girly Summer Box (cujo valor máximo ia até 7,50€), uma iniciativa do grupo no facebook Girly Bloggers PT. Para as girls que gostam de ler blogs e/ou têm um blog, totalmente aconselho a entrarem ♥

    Eu enviei a minha box para a Sofia Duarte, que já disse o que achou dos produtinhos no blog dela, o Anda Daí. E, para mim, enviou-me a Angela Purice, que é simplesmente uma fofa e não só tem um blog, como também um canal no Youtube. Claramente quem tem as duas coisas é uma pessoa altamente espetacular!

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    Quando abri a caixa e vi todas estas coisas giras que eu adoro, juro que nem sabia por onde começar a ver!! Já experimentei o pincel, que é PERFEITO e a Angela, não só tem bom gosto, como adivinhou que estava justamente a precisar dum pincel neste estilo! O chocolate é delicioso e o mesmo que se pode dizer do cheiro da vela. Nem a ponho a arder para não ficar sem ela, só para terem noção. Quanto às tatuagens e às pestanas postiças, eram duas coisas que realmente queria experimentar mas ainda não tinha comprado, e a Angela, mais uma vez, acertou. Eventualmente, no Instagram (stories), irão encontrar fotos com ambas as coisas <33

     

    Como eu vos disse, mais meninas participaram, portanto podem ver os posts delas nos links abaxos! Espero que tenham gostado e até à próxima ♥

    Catarina de Sousa ; Vera Pereira ; Ana Rita Madeira ; Daniela Pinto ; Sophie ; Cátia Alexandra Ramos Carvalho ; Lara Costa ; Helena Queiroz ; Sofia Silva ; Vanessa Pinheiro ; Rita Gomes ; Ana Rita Resendes ; Alexandra Pinto ; Marisa Ferreira ; Catarina Jesus ; Ana Rita Teixeira ; Joana Freitas ; Ana Filipa ; Catarina Silva ; Daniela Branco ; Patrícia Monteiro ; Silvia Estrela ; Bárbara Baltarejo ; Mónica Barros ; Bruna Gandra ; Beatriz Carvalho ; Angela Purice ; Sofia Duarte ; Mariana Cunha ; Elisabeth Pinto ; Ana Sofia Santos ; Ana Marques ; Beatriz Trindade ; Nicole Gonçalves ; Sandra Marina ; Filipa Gonçalves ; Leonor Vasconcelos ; Cristiana Gomes ; Lúcia Vieira

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    Blogosfera, Comportamento & Cotidiano

    DOIS ANOS DE BLOG – Porque ninguém é o mesmo de há um ano atrás

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    Olá personas!! Como andam vocês neste calor abrasador do Verão? Eu ando maravilhosa e, tirando quando vou trabalhar, ando quase sempre fechada em casa durante o dia e tenho saído à noite. Pareço uma vampira!

    E perguntam você: Catarina, sua fofa, o que é que vieste cá fazer hoje?

    O blog no dia 15 deste mês fez DOIS ANOS DE VIDA!!! Na altura não consegui publicar nada porque estava a trabalhar e, como se isso não fosse suficiente, também ando com um bloqueio criativo como nunca tive antes. Se há coisa de que me posso orgulhar é de nunca ter publicado nada aqui para vocês que tivesse publicado só por publicar para não ficar sem dar notícias durante muito tempo. Por isso mesmo preferi estar a fazer este post para vocês só agora do que escrever uma coisa que eu não queria.

    Em dois anos o Cenas Duma Rapariga Complicada já cresceu um pouquinho, passou a ter domínio e hospedagem próprios, assim como um tema que veio para ficar durante muito tempo. Não sei se cheguei a dizer alguma vez, mas comprei este tema atual no site Etsy e foi feio pela Mai (podem ver aqui o perfil dela no site). Praticamente não falei com ela, mas cheguei-lhe a mandar email porque tinha uma dúvida e queria esclarecer antes de comprar e ela foi super prestativa. Achei que até foi relativamente barato, especialmente porque tem tudo que eu quero, da forma que eu quero, e que ainda por cima é responsivo (o visual do blog adapta-se ao dispositivo que vocês estão a usar), daí ele ter vindo para ficar <3 Para além disso também recomecei o canal. Ando a ver tutoriais para conseguir editar melhor os meus vídeos, que descobri que apesar de ser awkward, gosto imenso de os gravar. Eventualmente irei começar com vlogs.

    Confesso que durante este último ano o blog não andou muito movimentado, por culpa totalmente minha. A verdade é que o blog não mudou tanto durante este ano porque foi a dona que mudou muito. Não sei no que cada um de vocês acredita, mas eu acredito que nós estamos em constante mudança e eu não fujo à regra.  Mudei muito em pouco tempo. Mudança boa ou má, cada um tem a sua opinião, mas eu considero que foi uma mudança boa. Para mais perto de quem eu idealizo ser.

    Há um ano atrás eu continuava num curso que não gostava, mas mesmo assim ser ter coragem suficiente para sair do curso. Afinal, sempre fui uma menina tão certinha, nunca tinha reprovado de ano e sempre tinha tirado boas notas. Em Dezembro ganhei coragem e sai do curso que me tinha sugado a felicidade toda. Irei voltar à faculdade, mas para o curso que gosto.

    Antes, eu era do tipo que ouvia ou via determinadas coisas e mantinha-me calada. Parecia que tinha medo e não podia aguentar que falassem contra mim. Não sabia impor-me porque não gostava que as pessoas não gostassem de mim, mesmo que nem eu gostasse delas. Agora, bem… Digamos que já não sou nada assim. O lado negativo da situação é que atualmente o meu pote de paciência é mais pequeno.

    Antigamente tinha aquele pensamento de que certas amizades seriam eternas e tudo seria um mar de rosas, caso contrário, eu iria sofrer muito. Agora, finalmente compreendi que muitas amizades não são para sempre e muitas vezes são ingratas. Mas eu não morri nem vou morrer por isso. Nem eu, nem tu, nem ninguém. E não é por não falarem todos os dias com uma pessoa, que essa pessoa não está lá para vocês ou vocês para ela. E muito menos significa que uma pessoa está sempre ali apenas porque se vêem e falam todos os dias. A vida segue e as amizades vão e vêm. E cada vez mais me rodeio das pessoas que me fazem bem.

    Em um ano comecei a trabalhar, desisti da faculdade, terminei um namoro, ganhei e redescobri amizades e ganhei uma forma de pensamento que me faz bem e deixa-me feliz todos os dias. E todos estes acontecimentos fizeram-me afastar um pouco do blog, em especial a situação da faculdade (não comentei nada aqui, mas foi uma coisa que realmente me deixou em baixo. Tive sorte de ter um amigo que me ajudou mais do que ele alguma vez poderá imaginar). Não me arrependo porque se tudo isto aconteceu eu acredito que houve um propósito. Mas não pensem vocês que abandonei o meu baby blog. Isso nunca!!

    Quero também agradecer a todos vocês que passam aqui muitas ou pouquíssimas vezes, eu sei quem vem cá, mesmo que se esconda nas sombras e fico muito feliz por vocês estarem aqui. Espero que continuem por muito tempo e estejam cá para o ano, ouvirem-me falar das loucuras que vão acontecer daqui em diante (=

    Já agora, eu posso nem sempre andar por estas bandas, mas podem-me seguir pelas redes sociais, onde dou as caras. Em especial no Twittter, estou sempre lá a passear!

    Até à próxima ♥

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    Comportamento & Cotidiano, Música, Projetos & Desafios

    E se fosse contigo?

    Olá pessoas ♥ O tema do mês passado do Projeto 16 on 16 foi a música. E claro que eu não podia escolher outra música se não a “E se fosse contigo?”. Antes de mais, deixo-vos o videoclip e a letra da música.

    E se fosse contigo e se fosse consigo
    Sempre tão polido até tenho um amigo
    Por isso não és racista, homofóbico, purista
    Por isso não és xenófobo, porco, machista
    Bateste na miúda porque bebeste um copo a mais
    Não é isso que te muda e ninguém gosta demais
    Agora é surda e muda à frente dos demais
    Tem vergonha, não pede ajuda só pensa em funerais.
    Por isso observa-me, diz-me aquilo que vês
    Vá-la enerva-me. Não tenhas medo ou timidez
    Cor da pele primeiro, a roupa que vesti
    Diz-me se sou um rafeiro ou da raça pedigree
    Para mim é suficiente para ser gozado na escola
    Mandarem-me para a baliza se quiser jogar à bola
    Serei pequeno o suficiente, parvo o suficiente
    Ou será que o problema é ser demasiado inteligente

    Se cada vez que alguém sofresse
    Se cada vez que alguém morresse
    E tu pudesses evitar, e se fosse contigo
    Diz-me e se fosse contigo
    Se cada vez que alguém chorasse
    Se cada vez que alguém gritasse
    E tu pudesses ajudar
    E se fosse contigo
    Diz-me e se fosse contigo

    Preferência sexual não é escolha sexual
    E mesmo que assim fosse yo o que tem isso de mal
    Senão estou bem no meu corpo quero vê-lo corrigido
    Devo ser encorajado, nunca coagido
    Queres decidir por mim boy como é que te atreves
    Não conheces a minha vida boy não podes não deves
    E não leves a peito por favor leva à cabeça
    Antes que ela aqueça, faço-te uma promessa
    Um dia essa ignorância pode-te tocar
    Ya um dia essa arrogância vai se quebrar
    Podes vir a saber o que é viver numa sociedade
    Que maltrata as suas crianças e 3ª idade
    Um peso uma medida para todo e cada vida
    Direito de respeito merecido à partida
    A tua ofensa lança medo e insegurança
    Indiferença mata a esperança de esperança

    Se cada vez que alguém sofresse
    Se cada vez que alguém morresse
    E tu pudesses evitar, e se fosse contigo
    E se fosse consigo
    Se cada vez que alguém chorasse
    Se cada vez que alguém gritasse
    E tu pudesses ajudar e se fosse contigo
    E se fosse consigo

     

    Não consigo explicar o quanto gosto desta música. Ela é o tema principal do programa “E se fosse Consigo?” que passa na SIC, todas as segundas às 21h. Este programa aborda problemas e questões sociais, como vocês podem facilmente perceber pela letra da música, que apenas em dois minutos e meio, tenta incentivar as pessoas a ser melhores, a aceitar os outros, a denunciar situações que não são apenas assuntos entre marido e mulher, ou apenas uma brincadeira de crianças.

    Até agora já passaram pelo programa questões como a violência no namoro ou no casamento, homossexualidade, obesidade, racismo, bullying, entre outros. Dentro destas questões, o programa aborda várias componentes. Temos vários testemunhos de pessoas que sofreram/sofrem preconceito devido à sua condição, pessoas que foram vítimas de violência doméstica ou bullying, temos também testemunhos de especialistas que explicam diversos cenários e, por fim, temos a parte mais interessante para mim: atores representam na rua um problema com algum destes temas, algum preconceito, alguma situação de violência, para basicamente ver a reação das pessoas face ao que está à sua frente. Se quiserem ver um dos episódios que mais me marcou passem pela fanpage do blog, disponibilizei o vídeo lá.

    É honestamente aterrorizante o número de pessoas que passam indiferentes a estas situações. Não vou ser hipócrita e dizer que se fosse eu iria interferir em todas as situações. E claro que se não interferisse não era por achar que não era necessário, porque em todas as situações apresentadas até agora qualquer pessoa deveria ter interferido. Sendo sincera, a minha razão para não interferir em algumas daquelas situações seria o medo que a pessoa que eu fosse confrontar me fizesse mal. E sei que muita gente pensa como eu.

    Mas sabem o que o programa me fez perceber? Este programada trouxe a realidade crua para a frente dos nossos olhos, porque nós sabemos que acontece, mas enquanto não é a nós, as coisas não devem ser muito más) e, principalmente, fez-me perceber que mesmo nessas situações que eu teria medo, eu podia até não confrontar pessoalmente o agressor, mas havia muitas outras coisas que eu podia fazer. E o mesmo vale para ti, para eles e para todos nós. Todos nós podíamos afastar-nos e ligar imediatamente à polícia. Podíamos chamar outras pessoas na rua para intervirem connosco. Todos podemos fazer alguma coisa. Todos DEVEMOS fazer alguma coisa! É um dever cívico, é um dever humano.

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    Filmes & Séries & Animes

    Cidades de Papel: Livro vs Filme

    cidades-papel-livro-vs-filme-cenasdumaraparigacomplicada.comOlá peeps!

    Já aos tempos que acabei de ler o livro Paper Towns, do tão aclamado John Green, e confesso que nem ia falar sobre isto aqui no blog, contudo, no outro dia vi o filme e decidi vir dar a minha opinião de ambos. Antes de começar, deixem-me só avisar que o nosso desafio fotográfico Minuto Descomplicado está, por um tempo indefinido, em pausa. Claro que quando recomeçar, vocês serão os primeiros a saber ♥

    Para começar, tenho de dizer que li o livro em inglês e, por isso, infelizmente, houve algumas frases que não consegui perceber, mas sempre as entendi dentro do contexto. Paper Towns não está na lista dos livros que eu gostei mais de ler e não está nem perto, porém, foi uma leitura bem suave e agradável.

    As personagens secundárias estão muito – mesmo muito – bem conseguidas e ajudam muito ao desenvolver da história e a prender os leitores à mesma. As reflexões do Quentin (Q. para os amigos) são muito interessantes e é notória a tentativa do autor para que essas reflexões sejam também nossas. No meu caso não teve assim tanto impacto, ao ponto de me deixar a pensar. Acredito, no entanto, que não seja assim com toda a gente.

    O livro é muito leve e de leitura fácil, apesar de em determinada altura (mais ou menos a meio) ter ficado um pouco aborrecido. Relativamente ao final, podíamos desejar outra coisa, mas não podíamos esperar melhor. Com a personalidade do Q. e da Margo, e principalmente com as conversas que eles tiveram na sua noite de aventuras, era impensável eles ficarem juntos no final do livro.

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    Já relativamente ao filme, gostei bem mais que do livro. Não sei exatamente porquê, talvez por ser mais “movimentado” que o livro e, sendo que é um filme, as coisas terem de acontecer mais rápido. Se bem que também senti que o filme passou muito rápido, mas deve ser positivo, afinal “o que é bom acaba depressa”. Quanto à representação, adorei a performance de todos e apesar de fisicamente não serem nada como eu imagina (exceto a Lacey), especialmente o Quentin (interpretado por Nat Wolff), acho que ficou um elenco muito bom e talentoso.

    Não é um filme que voltaria a ver, mas aconselho totalmente. E aconselho ainda mais o livro, porque apesar de ter gostado do filme, a realidade é que eu sabia os pensamentos do Q. quando o vi justamente por ter lido o livro antes. Eu sou das pessoas que dá uma enooooorme importância aos pensamentos das personagens, razão pela qual prefiro ler os livros em primeira pessoa.

    Espero que tenham gostado da crítica, e se também leram ou viram o Paper Towns, não deixem de comentar a vossa opinião, principalmente sobre o final, gostava de saber se sou ou não a única que o achou adequado. Não deixem também de me seguir nas minhas redes sociais!

    Até à próxima ♥

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    Livros & Textos, Projetos & Desafios

    Carta para ti, mulher

    Hoje escrevo para ti. Sim, para ti, mulher, desse lado do ecrã. Vamos ter uma pequena conversa.

    Nós efetivamente somos complicadas. Gostamos de pensar demais, complicar demais e vitamizar demais. Temos o terrível hábito de “stressar” com facilidade, não com tudo, apenas com o que a cada uma toca. Temos a fama de ser frágeis, de exagerar e de nos importarmos demasiado com o nosso cabelo, espinhas ou estrias.

    São todas estas coisas verdade? Umas sim, outras não. E qual é o problema?

    Ao longo dos tempos as mulheres lutaram pelos seus direitos. Estamos em plena igualdade com os homens? Não, mas não é isto que vim debater contigo. Sabes o que nós, mulheres, já realizamos até hoje? Tanta, tanta coisa. Podemos ir à escola, podemos trabalhar, podemos votar, podemos ser presidentes, primeiras ministras ou Dux de uma faculdade. Podemos ser donas dos nossos corpos para usar um biquíni na praia, decidir com quem queremos estar ou se queremos ter uma vida a crescer dentro de nós. Podemos até sair sozinhas, apesar de muitas vezes, principalmente à noite, somos olhadas de lado por não estarmos acompanhadas, mas não te prendas a isso. Porquê? Porque somos independentes, lutamos por essa independência ao longo dos tempos. Temos mais batalhas para vencer, mas celebremos as vitórias. Não as desperdices desviando o olhar, envergonhada. Não as desperdices deitando abaixo as conquistas das outras mulheres por inveja! Tem sempre orgulho em ti. Orgulho em ser mulher e em seres tu!

    Sim, tenho apenas 21 primaveras e muito mais para viver e aprender, mas eu tenho tanto orgulho em ser mulher e em ser eu. Tenho orgulho de gostar do meu cabelo e de amuar se sair do cabeleireiro com ele mais curto do que queria. Tenho orgulho de usar maquilhagem e estar-me completamente nas tintas do que as pessoas vão pensar se me virem “toda produzida”, apenas porque posso. Como também tenho orgulho em mim quando saio de casa sem ter colocado nada no rosto e vestido as primeiras peças de roupa que vi à frente. Tenho orgulho de ser uma pessoa simpática e de ficar chateada quando não são o mesmo para mim sem sequer me conhecerem.

    Sempre haverá pessoas de quem não gostamos e também pessoas que não gostam de nós. Muitas vezes nem saberemos as razões disto acontecer, mas, por favor, não mudes a tua essência por ninguém para além de ti. Mudar pelos outros não serás tu. Olharás para o espelho e não te irás reconhecer, como se fosse o teu corpo, porém, ocupado por outrem. Estarás a viver a vida de outro e de ninguém, enquanto a tua própria passará ao teu lado. Contudo, se sentes que precisas de mudar, não hesites e não tenhas medo do futuro. O desconhecido dá medo? Dá, mas a recompensa será bem melhor que a permanência na tua zona de conforto.

    Como é que eu sei que o que te reserva na mudança será melhor? Porque tu és mulher! És forte, és corajosa e, mesmo delicada como uma flor, és dura como uma muralha. Tens as emoções à superfície, mas sangue na guelra.

    Tem sempre orgulho em ti. Orgulho em ser mulher e em seres tu!

    Catarina Gomes

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